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Bioinformática

Bioinformática: câncer

  • Genoma, transcriptoma e proteoma do tumor de córtex adrenal, do neuroblastoma e do câncer de mama
  • IA adrenocortical pediátrica

O projeto

Bioinformática usando Big Data do The Cancer Genome Atlas: uma melhoria inovadora na pesquisa do câncer (tumor de córtex adrenal, neuroblastoma e câncer de mama). O uso de diferentes conjuntos de dados para pesquisas oncológicas, principalmente aquelas relacionadas aos temas acima, tem crescido nos últimos anos.

A análise de dados de bioinformática é essencial na genômica do câncer, permitindo a interpretação de vastos dados moleculares de todo o genoma obtidos usando tecnologias de alta resolução, como o sequenciamento de nova geração. As ferramentas de bioinformática podem fornecer informações úteis para responder a algumas perguntas em oncologia pediátrica que ajudem a identificar possíveis biomarcadores prognósticos e alvos terapêuticos relacionados ao tumor do córtex adrenal e ao neuroblastoma.

Essa conquista monumental forneceu aos cientistas um extenso projeto do código genético humano, oferecendo insights sem precedentes sobre a biologia humana e as doenças. Desde então, a pesquisa genômica testemunhou um crescimento exponencial, levando ao surgimento de várias bases de dados genômicos que abrigam grandes quantidades de informações genéticas. Um banco de genes mais recente usado para pesquisas sobre o câncer foi fornecido pelo The Cancer Genome Atlas, que é um projeto que visa a catalogar as mutações genéticas responsáveis pelo surgimento de câncer usando sequenciamento do genoma e bioinformática, além do St. Jude Cloud (base de dados do St. Jude Children’s Research Hospital). O banco de dados do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe também inclui uma coorte própria de participantes.

Esse grupo é dividido em dois subgrupos: um dedicado ao estudo do tumor do córtex adrenal e outro à pesquisa do neuroblastoma.

Sobre o tumor de córtex adrenal

O tumor de córtex adrenal é um tumor raro e agressivo, com poucas alternativas de tratamento e prognóstico ruim. Essa doença apresenta uma incidência de idade bimodal, sendo mais comum em adultos entre 40 e 50 anos e em crianças com até 5 anos de idade. A Região Sul do Brasil apresenta a maior incidência pediátrica mundial de tumor de córtex adrenal (4,9 casos/milhão até 15 anos).

Esse grupo de trabalho do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe identificou novos alvos terapêuticos e marcadores prognósticos usando o The Cancer Genome Atlas, conjuntos de dados do St. Jude Children’s Research Hospital e análises de coortes próprias feitas na unidade do Complexo Pequeno Príncipe.

Objetivos

Os principais objetivos desse projeto de pesquisa são entender como os fatores de transcrição controlam outros fatores de transcrição em cada um desses tipos de câncer e identificar novas variantes germinativas implicadas na tumorigênese.

Parcerias

  • Universidade Federal do Paraná (UFPR);
  • Institut de Pharmacologie Moléculaire et Cellulaire (IPMC), na França; e
  • Thales Group, também na França.

Sobre o neuroblastoma

O neuroblastoma é um tumor sólido maligno extracraniano derivado de células da crista neural embrionária e é responsável pela mortalidade de aproximadamente 15% de todos os casos de tumores pediátricos. A idade usual de início do neuroblastoma é durante a primeira infância, com a idade média de diagnóstico aos 17 meses. O International Neuroblastoma Staging System (INSS) divide os pacientes em grupos de baixo risco, intermediário e alto risco, com base em fatores prognósticos.

A taxa de sobrevida global dos pacientes no grupo de baixo risco a moderado é superior a 95% apenas com cirurgia, enquanto a taxa de sobrevida de crianças de alto risco é inferior a 50% e com maior risco de metástase e recorrência posteriores.

Esse grupo de pesquisa utiliza ferramentas de bioinformática para avaliar os genomas de pacientes com câncer, com foco em RNAs não codificantes (ncRNAs) e alterações no número de cópias (CNAs) em tumores de mama e tumores do sistema nervoso pediátrico, incluindo neuroblastomas e tumores do sistema nervoso central (SNC). Esses projetos são apoiados por agências de pesquisa nacionais e internacionais e envolvem uma equipe multidisciplinar.

Os estudos resultaram em várias publicações que identificaram variantes genéticas, vias de sinalização complexas, análises de rede e abordagens “ômicas” integradas.

Objetivo

O objetivo desse projeto de pesquisa é contribuir para descobrir mecanismos moleculares subjacentes ao desenvolvimento e à progressão do câncer, à resistência ao tratamento e aos potenciais alvos terapêuticos.

Parcerias

  • Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz);
  • Universidade Estadual Paulista (Unesp);
  • Food and Drug Administration (FDA), nos Estados Unidos;
  • U.S. National Institutes of Health (NIH);
  • Georgetown University Medical Center, também nos Estados Unidos, entre outras instituições.

Sobre a leucemia linfoblástica aguda

A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é o tipo mais comum de câncer infantil, representando 25% de todos os cânceres na infância. Embora o prognóstico para crianças com a doença tenha melhorado significativamente, há necessidade urgente de pesquisa para caracterizar molecularmente seus diferentes subtipos e identificar características biológicas específicas.

Esse projeto se baseia em abordagens de bioinformática para identificar biomarcadores moleculares e assinaturas biológicas da LLA infantil, com o objetivo de encontrar redes gênicas patológicas que contribuam para a leucemogênese e influenciem a resposta ao tratamento.

Objetivo

Explorar os mecanismos biológicos subjacentes da leucemia linfoblástica aguda e identificar novos biomarcadores, por meio da análise de dados do genoma, transcriptoma e proteoma, com a esperança de desenvolver estratégias de tratamento personalizadas e melhorar as avaliações prognósticas dos pacientes com LLA.

Equipe do grupo de pesquisa sobre câncer

Conheça a equipe desse grupo de pesquisa:

  • Bonald Cavalcante de Figueiredo — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (pesquisador principal);
  • Mauro A. A. Castro — Universidade Federal do Paraná (pesquisador principal);
  • Luciane R. Cavalli — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (pesquisadora principal);
  • Roberto Rosati — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (pesquisador principal);
  • João C. D. Muzzi — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (pós-doutorando);
  • Jean S. S. Resende — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (doutorando);
  • Jéssica Magno — Universidade Federal do Paraná (doutoranda);
  • Lana B. P. Querne — Universidade Federal do Paraná;
  • Talita H. B. Gomig — Universidade Federal do Paraná;
  • Juliana de Moura — Universidade Federal do Paraná;
  • Larissa M. Alvarenga — Universidade Federal do Paraná;
  • Igor S. Giner — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (mestrando);
  • Jonathan A. Back — Universidade Federal do Paraná (mestrando);
  • Enzo Lalli — Institut de Pharmacologie Moléculaire et Cellulaire (IPMC, na França) ;
  • Mehdi Jendoubi — Thales Group (França);
  • Dupont Florent — Thales Group (França);
  • Saloê Bispo Poubel — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe;
  • Sara Cristina Lobo Alves — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe;
  • Liana Oliveira — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe.

Artigos publicados

Confira os artigos publicados do grupo de bioinformática sobre câncer:

  • AI-guided identification of risk variants for adrenocortical tumours in TP53 p.R337H carrier children: a genetic association study. Figueiredo, et al., 2024. The Lancet Regional Health – Americas, 2024, 38, 100863;
  • Comprehensive Characterization of the Regulatory Landscape of Adrenocortical Carcinoma: Novel Transcription Factors and Targets Associated with Prognosis. Muzzi, et al., 2022. Cancers (Basel). 2022 Oct 27; 14(21):5279;
  • Adrenocortical Carcinoma Steroid Profiles: In Silico Pan-Cancer Analysis of TCGA Data Uncovers Immunotherapy Targets for Potential Improved Outcomes. Muzzi, et al., 2021. Frontiers in Endocrinology (Lausanne). 2021 Jun 14; 12:672319;
  • Multiple TP53 p.R337H haplotypes and implications for tumor susceptibility. Pinto, et al., 2024. Human Genetics and Genomics (HGG) Advances. 2024 Jan 11; 5(1):100244;
  • XAF1 as a modifier of p53 function and cancer susceptibility. Pinto, et al., 2020. Science Advances, 24; 6(26):eaba3231;
  • Identification of epigenetic regulatory networks associated with the basal-like breast cancer subtype. Okano LM, et al. Cancer Research, 2023, 83 (7 Supplement), 6544;
  • Deregulated miRNA Expression in Triple-Negative Breast Cancer of Ancestral Genomic-Characterized Latina Patients. Almohaywi M, et al. International Journal of Molecular Sciences. 2023 Aug 22; 24(17):13046;
  • Systems biology network reveals the correlation between COX-2 expression and Ch 7q copy number alterations in Ch 11q-deleted pediatric neuroblastoma tumors. Gradowski Farias da Costa do Nascimento T, et al. Genes Cancer. 2022 Dec 2; 13:60-71;
  • MiR-150-5p Overexpression in Triple-Negative Breast Cancer Contributes to the In Vitro Aggressiveness of This Breast Cancer Subtype. Sugita BM, et al. Cancers (Basel). 2022 Apr 26; 14(9):2156;
  • QNBC Is Associated with High Genomic Instability Characterized by Copy Number Alterations and miRNA Deregulation. Bhattarai S, et al. International Journal of Molecular Sciences. 2021 Oct 26; 22(21):11548;
  • Integrated analysis of label-free quantitative proteomics and bioinformatics reveal insights into signaling pathways in male breast cancer. Gomig THB, et al. Genetics and Molecular Biology. 2021 Mar 1; 44(1):e20190410;
  • High-throughput mass spectrometry and bioinformatics analysis of breast cancer proteomic data. Gomig THB, et al. Data in Brief. 2019 Jun 10; 25:104125;
  • Identification of epigenetic regulatory networks associated with the basal-like breast cancer subtype. Larissa Miyuki Okano; Alexandre Luiz Azevedo; Tamyres Mingorance Carvalho; Fernanda Brandão Berti; Luciane Regina Cavalli. Cancer Res. 2023; 83 (7_Supplement): 6544;
  • Relative telomere length analysis in breast cancer patients with TP53 p.R337H and XAF1 p.E134* germline variants. Larissa M. Okano; Stéfanne M. Bortoletto; Mariana Paraizo; Aline S. Fonseca; Bonald C. Figueiredo; Enilze M F. Ribeiro; Ariana Centa; Luciane Regina Cavalli. Cancer Res. 2024; 84 (6_Supplement): 1643;
  • Long noncoding RNA expression in acute lymphoblastic leukemia: A systematic review. Lobo-Alves SC, Alves de Oliveira L, Canalli Kretzschmar G, Valengo AE, Rosati R. Critical Reviews in Oncology Hematology. 2024; ISSN: 1040-8428;
  • The widespread misuse of StringTie’s gene identifier tags as de facto gene symbols does not allow consistent gene identification in published research. Oliveira LA, Kretzschmar GC, Lobo-Alves SC, Prezia GNB, Bispo S, Rosati R. Gene. 2025 Jun 20; 954:149440.

Bioinformática: genômica e metagenômica de microrganismos

  • Microbioma — Metabarcoding e metagenômica
  • Análise genômica da resistência antimicrobiana em bactérias, fungos e comuni-dades

O projeto

Com a queda nos custos do sequenciamento genômico de nova geração, a equipe do Laboratório de Microbiologia do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe tem utilizado cada vez mais essa técnica para complementar seus projetos de pesquisa.

Atualmente, o sequenciamento genômico de leitura curta e longa tem sido utilizado em seus estudos, usando a plataforma NextSeq da Illumina® e MinION de Oxford®, respectivamente. Assim, os diferentes projetos de pesquisa geraram uma quantidade significativa de dados que precisam ser analisados com ferramentas de bioinformática e uma grande estrutura computacional.

Objetivo

Projetos de pesquisa que utilizam sequenciamento genômico de nova geração envolvem genômica amplicon de bactérias e fungos, na qual marcadores como 16S rRNA e ITS são usados. Eles também abordam a genômica bacteriana e fúngica, como Klebsiella pneumoniae e Candida tropicalis. Finalmente, eles envolvem metagenômica shotgun de amostras de esgoto hospitalar.

Atualmente, esse grupo de pesquisa realiza projetos em parceria com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Sobre os estudos desenvolvidos pelo grupo

Um dos estudos do grupo foca na microbiota intestinal em casos de doenças hematológicas e raras. Uma dessas doenças é a leucemia linfoide aguda (LLA), caracterizada pela proliferação clonal e acúmulo de linfoblastos na medula óssea e em tecidos extramedulares, associados a erros na maturação celular. A microbiota intestinal exerce um papel crucial na modulação do sistema imunológico e na proteção contra patógenos; no entanto, a disbiose intestinal pode levar a complicações severas e aumentar o risco de infecções na corrente sanguínea.

Esse projeto tem como objetivo avaliar os efeitos da quimioterapia sobre a microbiota intestinal de pacientes pediátricos com LLA, bem como a relação entre essas alterações e as respostas clínicas ao tratamento, buscando identificar possíveis marcadores precoces de resposta terapêutica.

A doença granulomatosa crônica (DGC), por sua vez, é uma imunodeficiência primária rara causada por um defeito em uma das subunidades enzimáticas do complexo NADPH oxidase. Esse estudo busca caracterizar a microbiota intestinal de uma criança com DGC que está em tratamento antimicrobiano contínuo e compará-la à microbiota de seus familiares.

Outro estudo conduzido por esse grupo envolve a análise genômica de bactérias resistentes a antibióticos. Nessa pesquisa, foram utilizados bancos de dados como o NCBI e diversas ferramentas de bioinformática para analisar grandes volumes de dados e extrair informações biológicas relevantes. Um dos importantes patógenos avaliados é a Klebsiella pneumoniae, comumente associada a infecções oportunistas em pacientes hospitalizados. Essa bactéria frequentemente carrega genes de resistência antimicrobiana inseridos em elementos genéticos móveis, o que permite a transferência entre diferentes bactérias.

Objetivos

O objetivo do projeto de pesquisa sobre microbiota intestinal em casos de doenças hematológicas e raras é utilizar abordagens de sequenciamento do tipo shotgun e metabarcode, como o gene 16S rRNA e a região ITS, para identificar alterações na composição da microbiota e estabelecer possíveis organismos biomarcadores.

Já o objetivo do projeto de análise genômica de bactérias resistentes a antibióticos é desenvolver análises in silicoutilizando informações genômicas de organismos de interesse clínico no contexto da abordagem Saúde Única (One Health).

O grupo do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe utilizou bancos de dados, como o NCBI e ferramentas de bioinformática, para analisar grandes conjuntos de dados e extrair informações biológicas relevantes.

Equipe

Conheça a equipe desse grupo de pesquisa:

  • Líbera Maria Dalla Costa — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (pesquisado-ra principal);
  • Dany Alberto Mesa Fiaga — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe;
  • Damaris Krul — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe;
  • Danieli Conte — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe;
  • Lorena Bavia — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe;
  • Regiane Nogueira Spalanzani — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe;
  • Thaís Muniz Vasconcelos — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe;
  • Luiza Souza Rodrigues — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe;
  • Adriele Celine Siqueira — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe.

Artigos publicados

Confira os artigos publicados do grupo de bioinformática sobre microbiota e genômica:

  • High-risk clones of carbapenem resistant Klebsiella pneumoniaerecovered from pediatric patients in Southern Brazil. Krul D, Rodrigues LS, Siqueira AC et al. Brazilian Journal of Microbiology, 2024, 1437–1443;
  • Outbreak of vancomycin-resistant Enterococcus faecium ST1133 in paediatric patients with acute lymphoblastic leukaemia from southern Brazil. Vasconcelos TM, Mesa D, Rodrigues LS, Santos EM, Krul D, Siqueira AC, Abreu RBV, Motta, FA, Conte D, Dalla-Costa LM. Journal of Global Antimicrobial Resistance, 2024, 36, 41–44;
  • Analysis of Clostridioides difficile Infection in Children with Diarrhea in Two Hospitals in Southern Brazil. Maestri AC, Mesa D, Vasconcelos TM et al. Current Microbiology, 2023, 80, 390;
  • Lower airway microbiota and decreasing lung function in young Brazilian cystic fibrosis patients with pulmonary Staphylococcusand Pseudomonas infection. Kussek P, Mesa D, Vasconcelos TM, Rodrigues LS, Krul D, Ibañez H et al. PLoS ONE. 2022, 17(8): e0273453;
  • Novel Insights into blaGES Mobilome Reveal Extensive Genetic Variation in Hospital Effluents. Conte D, Mesa D, Jové T, Zamparette CP, Sincero TCM, Palmeiro JK, Dalla-Costa LM. Microbiology Spectrum. 2022, 10: e02469-21;
  • First Genome Sequences of Two Multidrug-Resistant Candida haemulonii var. vulnera Isolates From Pediatric Patients With Candidemia. Rodrigues LS et al. Frontiers in Microbiology, 2020;
  • Comparative genomics of IncQ1 plasmids carrying blaGES variants from clinical and environmental sources in Brazil. Conte D et al. Infection, Genetics and Evolution, 2024 Sep; 123:105644;
  • Antimicrobial resistance in Aeromonas species isolated from aquatic environments in Brazil. Conte D et al. Journal of Applied Microbiology, 2021 Jul; 131(1):169-181.

Bioinformática: doenças raras

  • Análise do exoma/genoma/transcriptoma de crianças e seus familiares com doenças raras

O projeto

Sobre doenças raras

As doenças raras afetam 65 em cada cem mil habitantes, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso representa entre 6% e 8% da população mundial. Existem aproximadamente sete mil doenças raras identificadas até o momento, sendo que 50% começam a manifestar-se clinicamente na infância e 80% delas têm origem genética. Menos de 5% das doenças raras têm um tratamento específico aprovado.

Objetivo

O objetivo do projeto de Big Data voltado às doenças raras é compreender o contexto genético por trás dos mecanismos fisiopatológicos dessas enfermidades, o que pode contribuir para o desenvolvimento de novos tratamentos.

Equipe

Conheça a equipe desse grupo de pesquisa:

  • `Carolina Cardoso de Mello Prando — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (pesquisadora principal);
  • Saloê Bispo Poubel — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe;
  • Laire S. Ferreira — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe;
  • Luiza S. Mattos — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe;
  • Eliana D. Girardello — Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe.

Artigos publicados

Confira os artigos publicados do grupo de bioinformática sobre doenças raras: