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    No Dia Mundial da Saúde, Complexo Pequeno Príncipe reforça papel da ciência na saúde infantojuvenil

    7 de abril de 2026

    No Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, o Complexo Pequeno Príncipe se une à campanha global da Organização Mundial da Saúde (OMS), que neste ano traz o tema “Juntos pela saúde. Apoie a ciência”, para reforçar um posicionamento que faz parte de sua essência: a ciência como base do cuidado, da formação e da transformação da saúde infantojuvenil.

    Formado pelo Hospital Pequeno Príncipe, Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe e Faculdades Pequeno Príncipe, o Complexo atua de forma integrada nas áreas de assistência, ensino e pesquisa, consolidando um modelo único no país, no qual o conhecimento científico é continuamente convertido em impacto direto na vida de crianças e adolescentes.

    Em sintonia com o movimento global que incentiva o fortalecimento da confiança na ciência e o uso de evidências na tomada de decisões, o Complexo confirma o papel estratégico do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe como um dos pilares desse ecossistema.

    Ciência que transforma vidas com o legado de Pelé

    Criado há 20 anos, o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe nasceu com o apoio direto de Pelé, que acreditava na ciência como instrumento de transformação social e melhoria da qualidade de vida. O envolvimento do Rei do Futebol foi decisivo para viabilizar e dar visibilidade à iniciativa, que hoje se consolida como referência na produção científica em saúde infantojuvenil.

    “Ao longo de sua trajetória, o Instituto estruturou um ambiente robusto de pesquisa, com foco em doenças complexas e de alta relevância pediátrica, contribuindo para avanços no diagnóstico, no tratamento e na qualidade de vida de pacientes”, enfatiza a diretora-geral do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, Ety Cristina Forte Carneiro.

    Entre os exemplos estão estudos em oncologia pediátrica, como pesquisas voltadas à medicina de precisão e ao monitoramento de tumores por meio de biópsias líquidas, além do desenvolvimento de terapias inovadoras, como vacina experimental para câncer de córtex adrenal e investigações sobre biomarcadores de resposta ao tratamento em leucemias infantis — iniciativas que ampliam as possibilidades terapêuticas e tornam o cuidado mais seguro e personalizado.

    Resultados que conectam pesquisa, ensino e assistência

    O Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe também se destaca na formação de pesquisadores altamente qualificados. Em parceria com a Faculdades Pequeno Príncipe, oferece mestrado e doutorado por meio do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia Aplicada à Saúde da Criança e do Adolescente, que conquistou nota 6 na avaliação da Capes, posicionando-se entre os programas de excelência no Brasil.

    Esse desempenho reflete uma produção científica de alto impacto, forte participação de estudantes e integração direta com a prática clínica, características que consolidam o programa como referência nacional.

    Esse ambiente integrado se traduz em resultados expressivos. Em 2025, o Instituto contabilizou:

    • 63 artigos científicos publicados;
    • 14 pesquisadores principais, além de equipes técnicas e estudantes;
    • 123 pesquisas em andamento, sendo 92 de caráter translacional.

    A forte atuação em pesquisa translacional permite que descobertas científicas avancem rapidamente para a prática clínica, beneficiando diretamente os pacientes atendidos pelo Hospital Pequeno Príncipe. Esse ecossistema é fortalecido pelo Núcleo de Pesquisa Clínica (Nupe) do Hospital Pequeno Príncipe, que conecta ciência e assistência ao conduzir estudos sobre eficácia e segurança de novos medicamentos em pediatria, com capacidade para pesquisas de fases 1 a 4, em áreas como infectologia, neurologia, oncologia e pediatria geral.

    Uma trajetória guiada pela ciência

    A conexão entre ciência e cuidado faz parte da história do Hospital Pequeno Príncipe desde suas origens. Um exemplo emblemático é o soro desenvolvido pelo pediatra César Pernetta, na década de 1930, uma solução pioneira de reidratação oral no Brasil, fundamental no combate à desidratação infantil.

    Hoje, esse legado se fortalece em um modelo institucional que integra assistência, ensino e pesquisa. Na Faculdades Pequeno Príncipe, esse compromisso se reflete na formação científica desde a graduação, com 171 projetos de iniciação científica, projetos de mestrado e doutorado, estimulando o pensamento crítico e a produção de conhecimento.

    Alinhamento com a agenda global da saúde

    Ao fortalecer a ciência como eixo central de sua atuação, o Complexo Pequeno Príncipe se conecta diretamente ao chamado da OMS para ampliar o uso de evidências, reconstruir a confiança na saúde pública e promover soluções sustentáveis para os desafios globais. Neste Dia Mundial da Saúde, a instituição reforça uma convicção que orienta sua trajetória há mais de um século: investir em ciência é investir no futuro da saúde — e, sobretudo, no futuro das crianças.

    “A integração entre assistência, ensino e pesquisa é o que permite ao Complexo Pequeno Príncipe transformar ciência em impacto real na vida de crianças e adolescentes. Esse modelo se fortalece a partir dos avanços do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, da excelência assistencial do Hospital e da formação promovida pela Faculdades, ampliando as possibilidades de diagnóstico e tratamento e fortalecendo nossa atuação no Sistema Único de Saúde (SUS), com impacto que transcende o Pequeno Príncipe e contribui para o avanço da saúde pediátrica em todo o país”, considera José Álvaro Carneiro, diretor-corporativo do Complexo Pequeno Príncipe.

    Sobre o Pequeno Príncipe

    Com sede em Curitiba (PR), o Complexo Pequeno Príncipe reúne três unidades — o Hospital Pequeno Príncipe, a Faculdades Pequeno Príncipe e o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe — que trabalham de forma integrada para promover saúde, educação, pesquisa, além de incentivar a arte, a cultura e a mobilização social. Tudo isso atendendo à estratégia de valorização da sustentabilidade ambiental da instituição. Desde 2019, o Pequeno Príncipe é participante do Pacto Global e contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa proposta pela Organização das Nações Unidas.


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